O discípulo radical
Nossa resenha
Texto da Biblioteca da Igreja
Você segue Jesus ou só o chama de Senhor? No último livro que escreveu, aos 88 anos, Stott reúne oito marcas do discípulo que a igreja costuma esquecer, como o inconformismo, a simplicidade, a dependência e a morte.
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Para muitos, é uma grande surpresa descobrir que os seguidores de Jesus Cristo são chamados de "cristãos" apenas três vezes na Bíblia. Claro, sabemos que tanto as palavras ´cristão´ como ´discípulo´ implicam relacionamento com Jesus. Mas, por que "discípulo radical"? para John Stott, a resposta é óbvia. "Existem diferentes níveis de comprometimento na comunidade cristã. O próprio Jesus ilustra isso ao explicar o que aconteceu com as sementes na Parábola do Semeador (Mt 13.3-23). A diferença está no tipo de solo que as recebeu. A semente semeada em solo rochoso ´não tinha raiz´". Evitamos o discipulado radical sendo seletivos: escolhemos as áreas nas quais o compromisso nos convém e ficamos distantes daquelas nas quais nosso envolvimento nos custará muito. No entanto, como discípulos não temos esse direito.
Esse livro é indicado para
Citações do livro O discípulo radical
O fundamental em todo o discipulado é a decisão de não somente tratar Jesus com títulos honrosos, mas seguir seu ensino e obedecer aos seus mandamentos
semelhança com Cristo é a vontade de Deus para o povo de Deus
Se afirmamos ser cristãos, devemos ser como Cristo.
Nada é mais importante para um discipulado cristão maduro do que uma visão renovada, clara e verdadeira do Jesus autêntico.
O que outros leitores escreveram
Trechos de resenhas de outros autores, publicadas em blogs e revistas. Não são textos da Biblioteca da Igreja.
“O livro em questão é uma daquelas obras que estão destinadas a se tornarem clássicos e, portanto, uma leitura obrigatória para os cristãos em geral.”
“E se um homem da estatura de Stott escreve um livro apontando oito áreas em que a igreja precisa melhorar, penso que faríamos bem ao menos em lê-lo e considerá-lo.”
Trechos curtos, cada um com o nome de quem escreveu e o link para o texto inteiro. Se o texto é seu e prefere que ele saia daqui, escreva para curadoria@bibliotecadaigreja.com.